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24 de maio de 2022
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Suindara

Suindara é uma ave noturna comumente conhecida como coruja. Sua vocalização é um ruído, emite um som esquisito e muito forte que se parece muito a um tecido sendo rasgado "raaaaaasssssg", daí que em muitas regiões a conhecem também como &am

       A ECOloja® está iniciando uma coleção de postais chamada  Série Mensageiros com as fotos do fotógrafo e biólogo Vinícius Fonseca. Como o primeiro “mensageiro” apresentamos a Suindara, símbolo da sabedoria e que muito pode nos ensinar.
       As corujas estão colocadas na ordem dos Strigiformes, rapinantes noturnos que chamam a atenção por causa da cabeça grande, aparentemente maior por causa da plumagem, grandes olhos fixos, posicionados para diante, à maneira do ser humano (ao contrário dos outros pássaros que têm os olhos dos lados da cabeça), ouvidos desenvolvidos que são mais aguçados que os das outras aves e plumagem macia, de penas fofas e soltas.
       As Strigiformes estão divididas em duas famílias e aproximadamente 130 espécies. Destas, 18 existem no Brasil. Estão espalhadas pelo mundo todo: há a coruja das neves, branca, que vive no Pólo Norte, e a coruja das Filipinas, que é pescadora. Entre nós, uma das mais populares é a Suindara, também chamada de Coruja das igrejas, pois gosta de nidificar nas torres de igreja ou em casas abandonadas. Mede cerca de 37cm. É uma ave esbelta, de penas amareladas, cara branca e face (disco fácil) em forma de coração, ao contrário das outras corujas que é redondo. Os olhos também diferem de outras corujas, parecem olhos orientais, duas fendas que desaparecem nas penas.
       A Suindara é ativa no crepúsculo e à noite, escondendo-se durante o dia. O vôo caracteriza-se por uma série de vagarosas batidas das longas asas, alternadas com breves períodos parados no ar. São caçadoras noturnas por excelência, costumam se esconder muito bem durante o dia, valendo-se da camuflagem que lhes proporcionam suas penas mescladas, de vários tons de marrom, cinza, branco e preto, em meio aos galhos e troncos de árvores.
       Alimentam-se de pequenos vertebrados e insetos grandes. Devido à preferência por roedores, que chegam a localizar na escuridão total, a Suindara é considerada como um dos controladores das populações de ratos. Para caçar, voa baixo, localiza a presa e lança-se sobre ela prendendo-a com as garras, quebrando-lhe o crânio com o auxílio do bico. A presa pequena é devorada inteira e, a grande, desmembrada. Os restos são digeridos (ossos, penas, pêlos, etc.), sendo regurgitados sob a forma de pelotas. A dieta dos filhotes é baseada em ratos.

               Coruja das Igrejas                                                      Suindara


      Reproduzem duas vezes por ano. O ninho pode ter de 2 a 10 ovos e a incubação dura pouco mais de um mês, cerca de 33 dias. Algumas vezes a Suindara escolhe o forro de casas habitadas e durante a incubação dos ovos dificilmente são percebidas. Porém, a partir do nascimento dos filhotes, o silêncio é quebrado pelo barulho que os filhotes fazem a noite toda, pedindo comida aos pais. Os jovens abandonam o ninho com 9 a 12 semanas de vida.

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