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Sapo, Rã ou Perereca?

Você conhece esses animais? janeiro/2007.

          Os Sapos, as rãs e as pererecas pertencem à classe dos Anfíbios, ordem Anura, que quer dizer sem cauda. Estão presentes em todos os continentes, com exceção da Antártica. Existem anuros adaptados à vida aquática, terrestre, arborícola e fossorial. Todos se caracterizam por terem a fase jovem aquática e a fase adulta terrestre, com exceção de uma espécie de Rã Africana que passa toda sua vida em águas rasas de lagos. Uma outra caracetrística dos anuros é possuírem o corpo adaptado para o salto, que pode ser até o salto de uma árvore para outra. Existem cerca de 3500 espécies de anuros no mundo, sendo que 600 espécies são encontradas no Brasil, e destas, 360 vivem única e exclusivamente no nosso país.

Você sabe qual a diferença?

          Os sapos preferem viver em campos e florestas, e até mesmo próximos das residências. Possuem a pele rugosa e os dedos curtos, as pernas também são mais curtas que as da rã. Como defesa utiliza-se das glândulas produtoras de veneno localizadas na região do dorso, uma outra forma de defesa é inchar o corpo com ar, parecendo ser maior.
          Já as pererecas vivem em árvores, normalmente em matas e florestas. Possuem a pele lisa e as pernas finas e longas, nas pontas dos dedos há ventosas (discos adesivos) que permitem subir em troncos, muros e superfícies lisas. Também possuem uma membrana entre os dedos do pé, auxiliando a locomoção na água e o salto entre a vegetação. Geralmente, quando em perigo, troca de cor confundindo-se com o ambiente onde se encontra.
          As rãs vivem na vegetação ribeirinha, sendo excelentes nadadoras. Escondem-se durante o dia sob galhos caídos, pedras ou entre folhas. Possuem a pele lisa e as pernas longas, adaptadas a natação.

Você sabia?

  • Quando estão com sede, os anfíbios encostam a região ventral de seu corpo na água e a absorvem pela pele;
  • Os anfíbios alimentam-se de insetos, ajudando a controlar a população de moscas, mosquitos e baratas;
  • Que eles são eficientes indicadores da qualidade ambiental, pois são bastante vulneráveis à poluição da água e do ar;
  • Que os sapos não espirram veneno, as glândulas precisam ser pressionadas para expeli-lo.

   

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