Brasil, 
22 de abril de 2024
Sorteados

Confira os ganhadores,
cadastre-se e
concorra a prêmios!
Indique este site para um amigo
Seu e-mail:

E-mail do seu amigo:

Ecobanner 1
A A
Tatu

Um mamífero diferente!

         

          Animal de hábito noturno, sendo comum em campos, cerrados e matas. Pertence a ordem dos mamíferos Edentata, que quer dizer sem dentes, a mesma família do Tamanduá e do Bicho-preguiça. Na verdade os tatus não são desdentados, seus dentes são simples e pequenos.
          Alimenta-se de insetos, larvas, aranhas, cobras, cupins, raízes e frutos que encontra escavando ou revirando o solo.
           A maior espécie é o Tatu-canastra que chega a medir 1metro de comprimento e mais 50cm de cauda, podendo chegar a pesar até 60Kg, enquanto que a menor espécie chega a pesar 85g. 
          O Tatu é conhecido por possuir uma carapaça articulada, ou seja, uma carapaça córnea constituída por fortes placas de “couro” duro, formando um tipo de armadura que o protege. Essa armadura, quando articulada em vários pontos, permite que alguns tatus se enrolem transformando-se em uma bola para sua proteção, os chamados Tatus-bola.
          No Brasil existem aproximadamente 20 espécies de tatu, diferenciando no tamanho e ambiente onde vivem. São tímidos e lentos para caminhar. Porém, nadam muito bem e caminham até debaixo d’água.  È um excelente cavador de túneis, sua toca possui várias entradas e saídas. Suas patas são curtas e fortes, com unhas próprias para cavar. Com as patas da frente vai abrindo o buraco e com as patas de trás vai jogando a terra para fora.
         O predador natural do tatu é a onça e a jaguatirica, mas devido à caça indiscriminada e a destruição do habitat natural provocada pelo homem, o tatu encontra-se ameaçado de extinção.
Infelizmente não é um animal criado por Zoológicos, o que dificulta sua reprodução em cativeiro e estudos para tentar salva-lo da extinção. No Brasil apenas cerca de nove zoológicos possuem o Tatu em seu plantel.

Respeite a Natureza!!

Texto escrito especialmente para este site por Samário R. Menezes, médico veterinário.

Newsletter
Digite seu e-mail: